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Estudos recentes comprovam que os agrotóxicos provocam alterações hormonais, causando ainda mais danos à saúde da mulher.

 

A presença de agrotóxicos na alimentação é sabidamente prejudicial ao organismo de todos. Mas, o que muita gente não sabe, é sobre os impactos dessas substâncias especialmente na saúde da mulher.

 

O Brasil é um dos campeões no uso e na ingestão de agrotóxicos. A estimativa é de que o País consuma cerca de 20% dessas químicas comercializadas mundialmente. E as recentes liberações de novos venenos na produção agropecuária tendem a ampliar os prejuízos para a saúde da mulher, e da população em geral.

 

Estudos recentes comprovam que os agrotóxicos provocam alterações hormonais, desregulando o sistema endócrino e prejudicando o funcionamento das glândulas. Dessa forma, a saúde da mulher sofre danos dos que parecem mais simples aos mais graves.

 

Atuando como os chamados desreguladores – ou disruptores – endócrinos, essas substâncias químicas podem causar na mulher: menstruação irregular, TPM, déficit de energia, indisposição física e queda de cabelo. 

 

Mas, não são só isso. O consumo diário de agrotóxicos está atrelado também à ocorrência de dificuldades para engravidar, infertilidade, menopausa precoce e endometriose.

 

Nas gestantes, pesquisas apontam relação entre a exposição intrauterina aos agrotóxicos com o desencadeamento de malformações congênitas, abortos e baixo peso do bebê ao nascer.

 

É observado, aliás, que a saúde da mulher é prejudicada pelo consumo de agrotóxicos desde sua infância, ao passo que, nas meninas, essa frequente ingestão pode se desdobrar em problemas como sintomas de puberdade e a própria menarca precoce, obesidade e diabetes.

 

 

Efeitos negativos se estendem a outros órgãos

 

Além da interferência no sistema endócrino e impactos negativos nos órgãos reprodutores, a ingestão das substâncias químicas presentes nos alimentos também tem sido associada ao desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, transtornos psiquiátricos e distúrbios cognitivos.

 

A ocorrência de crises alérgicas também é comum, ao passo que, na maioria das vezes, as alergias não se dão por intolerância ao alimento em si, mas, sim, aos venenos presentes nele.

Isso sem falar que a saúde da mulher pode ser afetada com alterações respiratórias e imunológicas, bem como problemas hepáticos e renais.

 

Alimentação orgânica

 

Para reduzir os riscos de tantos prejuízos à saúde, é possível optar por investir na alimentação orgânica.

 

Os alimentos orgânicos são produzidos com base em uma agricultura mais consciente, que não faz uso de nenhum agrotóxico e de outras substâncias químicas, como fertilizantes e antibióticos, utilizando no combate às pragas e na fertilização do solo somente óleos e adubos naturais.

 

Além disso, no caso de uma alimentação que não seja 100% orgânica, medidas como lavar e descascar frutas e legumes, dar preferência aos alimentos da estação e evitar àqueles que estão na lista dos mais contaminados, são fundamentais para preservar a saúde da mulher. 

 

Falamos mais sobre as dicas para minimizar o consumo de agrotóxicos aqui.

 

2Marias

 

Na 2Marias, todos os nossos pratos e kits são feitos exclusivamente com ingredientes orgânicos, e balanceados pela nossa nutricionista funcional, Dra. Karin Paciulo. Essa escolha garante mais sabor às nossas receitas e um cuidado integral com a saúde de nossos clientes e do meio ambiente. 

 

Acesse nosso cardápio e comece hoje mesmo a investir em uma alimentação mais saudável.